
O primeiro escritório Passive House em Portugal: uma reabilitação pelo interior
Foi concluído o primeiro escritório Passive House em Portugal, que é também a primeira reabilitação Passive House em Portugal.

Foi concluído o primeiro escritório Passive House em Portugal, que é também a primeira reabilitação Passive House em Portugal.

Em conversa com Jorge Araújo, CEO da Smartwatt e presidente da APESE – Associação Portuguesa das Empresas de Serviços Energéticos, ficamos a conhecer como funciona o mercado dos projectos de Eficiência Energética e do fotovoltaico.

Os assuntos são tantos que é difícil escolher. Podemos optar pelo humor ou pela indignação, pela crítica ou por qualquer outra coisa que nunca é aquela que queremos verdadeiramente. Porque aquilo que queremos é outra coisa.

Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da APPII – Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários, caracteriza-nos um novo sector na promoção e gestão dos edifícios que passa pela qualidade, boas práticas e criação de valor.

A eficiência energética e os impactes ambientais são, hoje, preocupações do setor da construção. A arquitetura vernácula apresenta-se como uma solução.

Hoje, os grandes investidores estrangeiros que alavancam a economia vieram para ficar e não prescindem da qualidade. Aumenta a procura pelos sistemas de certificação voluntária.

Os assuntos são tantos que é difícil escolher. Podemos optar pelo humor ou pela indignação, pela crítica ou por qualquer outra coisa que nunca é aquela que queremos verdadeiramente. Porque aquilo que queremos é outra coisa.

Os edifícios dedicados à habitação têm um papel imperativo na (in) sustentabilidade do setor, já que, só na Europa, representam cerca de 75 % do edificado. De entre as demais tipologias de edifícios, aquelas destinadas à habitação são as que maior relevância têm na vida das pessoas; é aí que podem ser quem realmente são.

As medidas que estavam previstas em termos de reabilitação energética nos edifícios do Estado não se concretizaram. Mas há contas que se deviam fazer. Quanto perdeu o mercado e o país?

De uma conversa informal com o Eduardo de Oliveira Fernandes nasce uma retrospectiva e uma reflexão tão próprias e tão marcantes de uma pessoa que dispensa apresentações.