Portugal recebe primeiro evento sobre o Fundo de Modernização

Realizou-se na passada terça-feira, dia 11 de Fevereiro, um info day dedicado ao Fundo de Modernização. Esta iniciativa da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) é o primeiro evento no país focado neste instrumento que pretende ajudar alguns dos Estados-Membros da União Europeia a cumprirem as suas metas de energia e clima. 

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A Europa em busca da perfeição e da felicidade

A consciência das limitações e as preocupações à medida que os objetivos e requisitos aumentam merecem, certamente, uma atenção redobrada. Dada a complexidade e diversidade das propostas em apreço, muito trabalho será necessário fazer e muita tinta correrá até à transposição final desta EPBD para o quadro legislativo nacional. Não se trata de pessimismo, mas, sim, de realismo!

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“Vão ser precisos fundos públicos para alavancar o investimento privado”

Nelson Lage, presidente da ADENE – Agência para a Energia, fala-nos dos desafios na implementação da nova directiva para os edifícios e das barreiras que devem ser eliminadas no âmbito da grande vaga de renovações de edifícios que é exigida. É preciso criar “condições facilitadoras e atractivas de financiamento”. Fala-se em “20 % de investimento público e 80 % de investimento privado. Sejam quais forem os números exactos, é evidente que será necessário usar os fundos públicos para alavancar os investimentos privados”.

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As cidades e as estratégias para a descarbonização

Muito se tem escrito e falado sobre esta temática, no pressuposto de que seja possível atingirmos as metas anunciadas para a descarbonização, de acordo com os objetivos climáticos para 2030 e o objetivo de neutralidade climática até 2050, mas torna-se necessário conhecermos, desde já, quais as cidades a nível planetário e especialmente em Portugal que colocam o foco na descarbonização, evidenciando a sua atividade nas suas múltiplas e variadas vertentes.

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Helder Gonçalves: Desafios da transição energética no ambiente construído

Para descarbonizar as cidades, que são cada vez mais impactadas pelas alterações climáticas, é preciso acelerar a transição energética, um processo a que os edifícios não são alheios. Neste caminho cheio de desafios, traçam-se estratégias e planos, mas ainda falta colocá-los em prática, observa Helder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

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