“O sector estará, como sempre esteve, pronto para responder às exigências do mercado”

“Os edifícios são um reservatório de materiais significativo, constituindo depósitos de recursos ao longo de muitas décadas e as opções de conceção e a escolha de materiais influenciam de sobremaneira as emissões de todo o ciclo de vida dos edifícios novos e dos edifícios renovados”, lê-se na nova EPBD. Numa conversa com Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, fomos conhecer a forma como o sector da construção está a olhar para estas mudanças.

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EPBD Edifícios “Zero Emissões”: Uma ambição cheia de fragilidades

A sustentabilidade dos edifícios vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos construtivos, dos materiais e equipamentos. Ou seja, a pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e no ciclo de vida de todos os seus componentes. O sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. A eficiência energética ganha assim novo significado e o mercado terá de se adaptar rapidamente.

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O caminho da Invicta para a descarbonização

Filipe Araújo, vice-presidente da câmara municipal do Porto não tem dúvidas: para a descarbonização da Cidade Invicta e para “reduzirmos as emissões é fundamental actuarmos decisivamente nos edifícios de serviços e habitação”. 160 milhões de euros é o valor já investido, só na habitação municipal, nos últimos dez anos. Apesar do esforço financeiro envolvido, Filipe Araújo não esconde as dificuldades ao nível do financiamento que considera serem “incontornáveis”.

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50% das empresas estão dispostas a pagar mais por Smart Buildings

De acordo com o estudo Transforming Properties into Smart Buildings, desenvolvido pela CBRE, consultora líder na prestação de serviços imobiliários, há uma importância crescente na transformação dos edifícios em estruturas inteligentes para promover a sustentabilidade, a eficiência energética e a valorização dos imóveis. …

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“É possível gerir melhor os edifícios com outras soluções energéticas”

Rui Lameiras é o coordenador geral da Aliança para a Transição Energética, uma rede constituída por 91 parceiros que mobiliza, entre outros, um total de 53 empresas e 26 entidades de inovação e desenvolvimento. O objectivo é, afirma o representante, “descentralizar a digitalização do sector da energia, promovendo, em Portugal, um ecossistema nacional competitivo único à escala internacional”.

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Estudo demonstra que a cor dos módulos solares influencia a aceitação da energia fotovoltaica em edifícios

O Instituto de Psicologia da Universidade de Freiburg (Alemanha) e o Instituto Fraunhofer para Sistemas de Energia Solar (ISE) realizaram um estudo sobre a aceitação social da energia fotovoltaica integrada em edifícios. Os resultados demostram que, quando os módulos fotovoltaicos têm uma cor semelhante ao telhado ou fachada do edifício, existe uma maior receptividade à instalação desta tecnologia.

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