Infinite: Fachadas pré-fabricadas abrem caminho para a descarbonização

O projecto INFINITE está a desenvolver soluções personalizadas para potenciar a eficiência energética nos edifícios. Melhorar as condições de vida dos residentes e reduzir as facturas energéticas são o ponto de partida da iniciativa. As soluções desenvolvidas pelo projecto têm sido testadas em três casos de estudo localizados em Itália, França e Eslovénia. Conheça o caso de Itália.

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Fundos de Coesão abaixo do necessário para a acção climática, alerta ZERO

Segundo um estudo publicado pela associação ambientalista ZERO, realizado no âmbito do projecto LIFE TogetherFor1.5, Portugal está a canalizar uma “parcela insuficiente” dos fundos da política de coesão à acção climática: estão previstos 7611 milhões de euros para o país dedicar à transição ecológica, ficando abaixo do limiar de 30% (cerca de 9383 milhões de euros) que deveria ser aplicado apenas em acção climática. 

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Edifícios: Um novo patamar para a inteligência

A eficiência e desempenho energéticos ou o ar que respiramos dependem de uma gestão afinada ao pormenor, mas, agora, a fasquia está mais alta. A descarbonização, a segurança energética, a saúde, as Comunidades de Energia ou o autoconsumo (fotovoltaico) são alguns dos factores que exigem conectividade e integração. Um mundo que se vai aperfeiçoando e abrindo para os novos desafios da sustentabilidade nos edifícios e nas cidades.

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QAI: Saúde, produtividade e benefícios económicos

Os indivíduos passam a maior parte do seu tempo em ambientes interiores, onde uma má qualidade do ar interior (QAI) afeta significativamente a saúde, o bem-estar e a produtividade. A pandemia de COVID-19 destacou a importância da ventilação não apenas para o conforto, mas também para a QAI, o controlo de infeções e a saúde geral dos ocupantes, sublinhando a necessidade de abordagens integradas para lidar com a saúde, a segurança e a sustentabilidade.

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“A engenharia não é um mero exercício burocrático”

Em conversa com João Sousa, projectista, traçamos um retrato da actividade de projecto no nosso país e dos desafios que se aproximam com a transposição da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). A correcção dos projectos, que se tornou habitual, o ritmo acelerado, a falta de mão de obra qualificada, o Simplex, os honorários ou a “corrida à tecnologia que ignora as bases do desempenho térmico: a envolvente do edifício” são alguns dos temas.

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