ZERO: Portugal aumenta produção de energia solar fotovoltaica em 2019 e emissões de carbono descem 30%

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Em 2019, a produção de energia eléctrica a partir do solar fotovoltaico aumentou em Portugal, “reflexo da entrada em operação de centrais como a Ourika!” e as emissões de gases com efeito de estufa recuaram quase cinco milhões de toneladas. A análise é da associação ambientalista Zero, que fez a revista ao que aconteceu no ano que passou no sector das renováveis.

“Marcado pelo leilão de capacidade solar fotovoltaica, pela aprovação do Roteiro para a Neutralidade Carbónica para 2050, pelo anúncio do final das centrais a carvão até 2023 e pela ambição climática Europeia”, materializada no Pacto Ecológico Europeu (ou European Green Deal), o ano de 2019 foi também um ano de “melhorias” na produção de energia eléctrica através do solar fotovoltaico. A análise é da associação Zero, que sublinhou ainda o facto de este ter sido o ano em que as emissões de gases com efeito de estufa “baixaram de forma mais significativa” – “quase cinco milhões de toneladas”. Em 2018, a descida terá sido de 6 milhões de toneladas, segundo a Associação de Energias Renováveis.

Para a associação ambientalista, a redução na emissão de 4,8 milhões de toneladas de carbono no sector electroprodutor, em 2019, está directamente associada à “queda de produção das duas centrais de carvão para mais de metade”, que resultou numa quebra da ordem dos 30 % nas emissões associadas à produção de electricidade.

O ano fica, ainda, marcado pelo compromisso “mais ambicioso” da União Europeia com a redução de emissões, definido pelo Pacto Ecológico Europeu, que impõe um calendário para a transformação da economia comunitária e propõe o aumento das metas climáticas de redução da emissão de gases com efeito de estufa para entre 50 % e 55 %, “de uma forma responsável”. Recorde-se que, actualmente, a meta comunitária para 2030 situava-se nos 30 % de redução relativamente a níveis de 1990. Segundo o plano traçado pela Comissão Europeia, “pelo menos 25 %” do orçamento a longo prazo da UE deverá agora ser orientado para a acção climática.

No que respeita às renováveis, a Zero destaca a “significativa melhoria” na produção eléctrica através do solar fotovoltaico. Para este facto, terá contribuído a entrada em funcionamento da central Ourika!, no distrito de Beja, com capacidade instalada de 46 megawatts (MW). Em 2019, 56% da electricidade produzida proveio de fontes renováveis, um número que é “maioritariamente suportado pela tecnologia eólica, que representou 28%” da produção de electricidade. Na sua análise, a Zero releva, ainda, o mês de Novembro, por ter ficado marcado pelo recorde de produção diária a partir dos centros electroprodutores eólicos, fixada em 103,1 gigawatts (GWh). Já em Dezembro, Portugal bateu novo recorde: “iniciou um período ininterrupto de 131 horas, o correspondente a cinco dias e meio, em que a produção renovável” ultrapassou o consumo. Para a associação, esta foi uma prova da “resiliência do sistema eléctrico nacional”.

Para 2020, a Zero espera a concretização do “ambicioso” Plano Nacional de Energia e Clima, no qual o país se propõe a atingir os 80 % de produção de electricidade a partir de fontes renováveis.

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