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Se é certo que a pandemia de Covid-19 veio alterar o quotidiano dos escritórios e dos seus trabalhadores, é também verdade que o momento de incerteza que esta provocou se mostrou oportuno para avançar com algumas mudanças a pensar no futuro. Foi o caso da Zurich, que aproveitou a ocasião para renovar e transformar a sua sede em Lisboa: o projecto LiZboa pretende criar um espaço adaptado a modelos de trabalho híbridos, privilegiando o bem-estar dos ocupantes – utilizadores ou visitantes – e reforçando o “compromisso” da seguradora multinacional com o planeta.

Fica na rua Barata Salgueiro, em Lisboa, e é um edifício histórico com quatro pisos. A sede da Zurich em Portugal está a ser alvo de obras de reabilitação, mas espera-se que, em 2022, fique pronta para receber os trabalhadores desta seguradora, que, desde Março de 2020, se encontram em teletrabalho. Neste regresso, a expectativa é a de que nada será como dantes, isto porque o escritório renovado não só passará a acolher todos os cerca de 500 colaboradores da empresa em Lisboa (que, antes, se encontraram dispersos pela capital) como deverá fazê-lo num modelo híbrido, desenvolvido com o contributo dos próprios trabalhadores.
Sem revelar o investimento envolvido, o projecto inclui a criação de diversas zonas colaborativas inter e intra-equipas, espaços sociais e de lazer, uma zona de cafetaria com esplanada exterior, uma sala polivalente para actividades desportivas e culturais, uma sala de amamentação e balneários. Articular estes espaços com as novas formas de trabalho impostas pela pandemia é uma preocupação do projecto, mas não é a única. Melhorar a experiência e o bem-estar dos utilizadores faz igualmente parte das intenções do grupo multinacional, que pretende que este seja também um escritório preparado para o futuro.
Nessa medida, a aposta na sustentabilidade e na digitalização foi ponto assente numa intervenção que “repensa a ocupação e a utilização dos espaços” e que contempla temas como a mobilidade, a diversidade e a inclusão. “O novo edifício está a ser desenhado à luz das melhores práticas internacionais, respeitando dez áreas relevantes para a saúde e bem-estar dos ocupantes: ar, água, alimentação, iluminação, actividade física, conforto térmico, materiais, saúde física e mental e comunidade”, explicou à Edifícios e Energia Carlos Fonseca, chief operating officer (COO) da Zurich Portugal. Segundo o responsável, o projecto “concilia medidas de eficiência energética com preocupações relacionadas com o conforto dos utilizadores”, nomeadamente através da renovação de todo o sistema de ventilação e climatização, “privilegiando equipamentos mais eficientes, com um maior desempenho energético, e da adequação das taxas de ventilação e filtragem de ar para garantir a qualidade do ar interior”.
No “novo” edifício, o uso de energia vai ser gerido de forma centralizada e monitorizado de forma contínua, garante o COO, estando também prevista a medição permanente de parâmetros de “conforto técnico”, como a temperatura ou a humidade, assim como de parâmetros de “eficiência, qualidade e conforto dos equipamentos de iluminação, que será 100 % LED”.
Estando a arquitectura e a reabilitação do espaço a cargo da Tétris, o projecto resulta de um processo de colaborativo, uma vez que as opiniões dos trabalhadores da Zurich foram registadas através de um estudo de Workplace Strategy e Sustentabilidade liderado pela JLL. “Com o novo modelo de trabalho vamos conseguir ser mais autónomos, mais criativos, mais inovadores, mais colaborativos e mais sustentáveis. Proporcionar um melhor equilíbrio entre vida pessoal, familiar e profissional aos nossos colaboradores é outro dos nossos compromissos”, disse Carlos Fonseca, em comunicado.
* A imagem de destaque não está relacionada com o projecto.
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