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Depois de registar um crescimento de 9,8 % em 2021, o mercado ibérico de ar condicionado terminou esse ano com um valor de 1 350 milhões de euros, dos quais 200 milhões dizem respeito ao mercado português. Os dados constam da análise ao sector feita pela Informa D&B, antevendo já que o montante seja superado em 2022.
Segundo o estudo Equipamentos de Ar Condicionado – Mercado Ibérico, realizado pela empresa de informação sobre o tecido empresarial em Portugal e Espanha, nos últimos dez anos, o mercado ibérico do ar condicionado tem registado um aumento em termos de valor na ordem dos 50 %. Em 2021, e após uma quebra de cerca de 10 % em 2020, em virtude da pandemia de Covid-19, o sector recuperou, registando um crescimento de 9,8 %. No final do ano passado, de acordo com a mesma fonte, este mercado valia 1 350 milhões de euros, contemplando um total de 75 empresas, 30 das quais em Portugal.
O estudo indica que, nessa altura, em território nacional, a actividade do sector do ar condicionado representava, em termos de valor, 200 milhões de euros, isto é, 15 % do total ibérico. No último ano, o mercado português cresceu 8 %, fazendo-se acompanhar por um aumento das compras no estrangeiro (+ 21,8 %). Espanha (27 %), China (25 %) e Tailândia (11 %) são os principais mercados de origem das importações feitas pelos agentes portugueses do sector. Em contrapartida, também as exportações ibéricas aumentaram entre 2020 e 2021: 30,3 % no caso português, e 12,1 % no espanhol.
Além das diferenças em termos de valor entre os dois mercados da Península Ibérica, o estudo dá ainda conta de que, em Portugal, 80,7 % do mercado é detido pelas dez principais empresas presentes, enquanto, em Espanha, a quota dessas grandes empresas é de 67,8 %, o que permite um pouco mais de espaço a actores mais pequenos.
Segundo o comunicado da Informa D&B, a tendência crescente da actividade do ar condicionado na Península Ibérica deverá manter-se este ano, sendo esperado “um acréscimo no valor deste mercado, ultrapassando já os montantes que se registavam antes da pandemia”. Todavia, a conjuntura não se afigura fácil, já que o sector terá de enfrentar “o aumento dos custos operacionais, os desajustes das cadeias de abastecimento, a escassez de microchips, a perda do poder de compra das famílias devido à inflação elevada e o agravamento da economia em resultado da guerra na Ucrânia”, lê-se.
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