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Em 2021, as fontes de energia renovável representaram 21,8 % do consumo final bruto de energia na União Europeia (UE), o que representa uma descida percentual em relação a 2020 e “a primeira de sempre”, diz o Eurostat. Portugal está acima da média europeia, mas, no conjunto dos UE-27, o valor está “ainda muito abaixo do objectivo”, sendo necessário intensificar os esforços.
O Eurostat divulgou, na semana passada, os dados relativos ao peso que as renováveis assumiram no consumo final bruto de energia na UE durante o ano de 2021. Foi pouco mais de um quinto – 21,8 % – e, embora a produção de energia renovável tenha crescido em termos absolutos, traduziu-se na “primeira quebra [percentual] registada”. Em comparação com 2020, a fatia de renováveis no consumo energético diminuiu 0,3 %, o que, explica o Eurostat, resulta do aumento do consumo de energia motivado pela recuperação das actividades pós-pandemia. Segundo a mesma fonte, uma alteração na metodologia utilizada contribuiu também para estes resultados.
Para o Eurostat, este valor registado em 2021 “ainda está muito abaixo do objectivo” traçado pela Directiva (UE) 2018/2001, que pretende atingir uma quota de 32 % de energias renováveis no consumo energético até 2030. Está ainda mais longe dos 40 % e dos 45 % que têm sido avançados como novas propostas pela UE nos últimos dois anos, quer em face da necessidade de acelerar a transição energética e a neutralidade climática, quer em face de assegurar a independência energética.
Portugal está acima da média europeia
Em 2021, Portugal alcançou, à semelhança do ano anterior, uma fatia de quase 34 % de renováveis no consumo de energia. Ficou, assim, acima da média europeia. No entanto, com 15 dos 27 Estados-Membros da UE a registarem uma integração de renováveis no consumo energético abaixo da média europeia, o Eurostat alerta que os “países têm de intensificar os seus esforços”.
Esta necessidade é particularmente visível em países como Luxemburgo (11,7 %), Malta (12,2 %), Países Baixos (12,3 %), Irlanda (12,5 %) e Bélgica (13 %), que registaram os piores valores em 2021.

Enquanto isso, a Suécia lidera, de longe, esta transição, tendo conseguido que 62,6 % do consumo energético em 2021 tenha sido proveniente de fontes renováveis, nomeadamente de um mix de biomassa, energia hídrica, energia eólica, bombas de calor e biocombustíveis líquidos. Nos restantes países com melhores resultados, a biomassa é uma fonte comum a todos e aparece associada à energia hídrica no caso da Finlândia, da Letónia e da Áustria e à energia eólica no caso da Estónia e da Dinamarca.
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