[et_pb_section fb_built=”1″ admin_label=”Secção” _builder_version=”3.22″][et_pb_row admin_label=”Caixa de Conteúdo” _builder_version=”4.8.1″ width=”100%”][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.25″ custom_padding=”|||” custom_padding__hover=”|||”][et_pb_text admin_label=”Texto” _builder_version=”4.8.1″ link_font=”||||on||||” link_text_color=”#000000″ custom_margin=”||25px|” hover_enabled=”0″ z_index_tablet=”500″ text_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” text_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” text_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” link_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” link_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” link_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” ul_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” ul_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” ul_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” ol_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” ol_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” ol_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” quote_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” quote_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” quote_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_2_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_2_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_2_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_3_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_3_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_3_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_4_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_4_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_4_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_5_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_5_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_5_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” header_6_text_shadow_horizontal_length_tablet=”0px” header_6_text_shadow_vertical_length_tablet=”0px” header_6_text_shadow_blur_strength_tablet=”1px” box_shadow_horizontal_tablet=”0px” box_shadow_vertical_tablet=”0px” box_shadow_blur_tablet=”40px” box_shadow_spread_tablet=”0px” sticky_enabled=”0″]
Depois de um decréscimo na emissão de certificados energéticos em 2020, devido à pandemia de Covid-19, o ano de 2021 apresenta uma subida de 2 %. E, nesta recuperação, aumenta também o número de certificados energéticos de classe A+ e A emitidos, revela o relatório Energia em Números – Edição 2022, divulgado esta semana.
Em 2021, de acordo com o Observatório da Energia, foram emitidos 202 218 certificados energéticos, sendo a maior parte referente às habitações (182 576) e uma porção mais pequena aos edifícios de comércio e serviços (19 532). Segundo a versão mais recente do relatório Energia em Números, trata-se de uma “subida de 2 % na emissão de certificados face ao ano anterior [198 197 certificados emitidos]”, demonstrando uma “ligeira recuperação” perante o impacto da pandemia de Covid-19 nas actividades de certificação energética.
Desse total de certificados emitidos no ano passado, 44 923, o correspondente a 22,2 %, possuem uma classe energética A+ ou A. Em comparação com o período homólogo, no qual se registaram nestas condições 35 926 certificados (18,1 %), foi um aumento de quase nove mil certificados com estas classificações. Destrinçando os números por sector, a fatia de certificados A+ e A é maior na habitação (23,8 %) e menor nos edifícios de comércio e serviços (7,6 %), com as duas percentagens a representarem uma melhoria face o ano anterior – 19,5 % e 6,1 %, respectivamente.
Classe energética por sector
Não obstante, as classes C e D foram as mais comuns nos edifícios residenciais, cada uma com uma fatia de 19 %, seguindo-se a classe A, com 18 %. Já as classificações energéticas emitidas com menos frequência em 2021 para o parque habitacional foram as classes A+ (6 %), B- (7 %) e F (8 %). Relativamente ao sector de comércio e serviços, predomina a classe C (47 %) ao lado da classe B- (25 %), enquanto as classes A+, F, E e A nem a 5 % chegam.
No global, “a classe energética do parque habitacional certificado tem vindo a melhorar nos últimos anos”, ao mesmo tempo que a “classe energética do parque certificado de comércio e serviços tem-se mantido relativamente estável desde 2014, predominando a classe energética C”, lê-se no documento.
A edição de 2022 do relatório Energia em Números salienta ainda que, “em 2021, as medidas de melhoria propostas nos certificados energéticos representavam um potencial de poupança de 60 % da energia consumida no sector da habitação” e que “no sector do comércio e serviços esse potencial foi de 9 %”.
Recorde-se que o Energia em Números é publicado anualmente pelo Observatório da Energia, pela Direcção-Geral de Energia e Geologia e pela Agência para a Energia – ADENE, reunindo dados relevantes do sector de energia a nível nacional. Até ao momento, entre 2008 e 2021, foram emitidos cerca de 2,19 milhões de certificados energéticos, sendo 89 % dos casos relativos ao sector da habitação.
[/et_pb_text][et_pb_cta title=”Leia também” button_url=”https://edificioseenergia.pt/noticias/eprel-classe-eficiencia-0206energetica-base-dados-comissao-europeia-equipamentos-climatizacao-aqs-ventilacao/” url_new_window=”on” button_text=”NOVO PORTAL EUROPEU PERMITE COMPARAR A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO E AQS” _builder_version=”4.8.1″ header_font=”|700||on|||||” header_text_color=”#27a8b7″ header_font_size=”18px” use_background_color=”off” custom_button=”on” button_text_size=”18px” button_text_color=”#000000″ button_font=”||on||||||” text_orientation=”left” custom_margin=”50px||||false|false” custom_padding=”|||25px|false|false” link_option_url_new_window=”on”][/et_pb_cta][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

