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Pelo sétimo ano consecutivo, as vendas de bombas de calor na Europa voltaram a crescer em 2019. Os números da EHPA – Associação Europeia de Bombas de Calor foram apresentados durante um webinar na passada quarta-feira e apontam para 1 453 000 unidades vendidas no ano anterior. Portugal acompanha a tendência e contabiliza 25 mil unidades vendidas no ano que passou.
Face a 2018, durante o qual se venderam 1,25 milhões de unidades de bombas de calor nos países europeus, a subida das vendas é de 16 %. Em termos acumulados, a EHPA calcula que estejam instaladas mais de 13,5 milhões de bombas de calor, o que contribui para evitar a emissão de 37 Mt (milhões de toneladas) de CO2. No total, o benefício económico deste mercado é de 9,3 mil milhões de euros, afirma a associação industrial.
Seguindo uma tendência anterior, é na França que são vendidas mais bombas de calor, com 397 mil unidades instaladas. Portugal, por sua vez, também registou mais unidades vendidas: 25 mil em 2019, face às 20 mil em 2018. Com este aumento, o mercado português deverá ter alcançado um total de 187 mil bombas de calor instaladas.
Já no que toca à tipologia, na Europa, são as unidades reversíveis ar-ar para aquecimento que levam a maior fatia (mais de 600 mil), seguidas pelas unidade ar-água. A nível nacional, a principal preferência acompanha a tendência europeia, havendo também lugar para as águas quentes sanitárias.
Os dados foram apresentados por Thomas Nowak, secretário-geral da EHPA, durante o webinar “THE ESSENCE OF HEAT PUMP SERIES – EUROPEAN HEAT PUMP MARKET INSIGHTS”, no qual participaram ainda Krystyna Dawson, da BSRIA, e Lindsay Sigden, da Delta-EE. Para além dos números do mercado, a sessão ficou marcada por algumas ideias sobre o futuro da tecnologia de bombas de calor, tendo em conta o actual cenário de pandemia. A necessidade de uma maior flexibilidade dos edifícios perante as mudanças societais que estão a acontecer e que trarão novas exigências em termos de saúde e segurança foi uma das ideias deixadas pela especialista da BSRIA. “As bombas de calor podem ter um papel [aqui] contribuindo para uma maior flexibilidade do sector do aquecimento e arrefecimento”, considera Krystyna Dawson. Já na perspectiva de Lindsay Sugden, uma abordagem “Heat as a Service” (Aquecimento como Serviço, em português) e a digitalização são as principais oportunidades trazidas pela pandemia de covid-19 para o sector.
Europa impulsiona mercado global
Antes da divulgação dos dados da EHPA, em Abril, também as estatísticas da britânica BSRIA davam conta de um crescimento de 4,5 % nas vendas globais de bombas de calor hidrónicas em 2019, alcançando as 2,7 milhões de unidades. As receitas aumentaram em concordância, estimando-se um valor de 5,24 mil milhões de euros, isto é, mais 9 % face ao ano anterior.
O aumento da procura na Europa, em virtude dos requisitos de eficiência energética nos edifícios, é a principal justificação para o comportamento ascendente do mercado, explica a BSRIA, embora a China continue a deter a maior parte das vendas globais. Com um valor de 3,1 mil milhões de euros, o mercado das bombas de calor na Europa beneficia também dos incentivos à substituição de caldeiras ineficientes que vários países têm em vigor – são os casos de França, Reino Unido, Holanda e Itália. Outra tendência identificada pela BSRIA é a crescente popularidade dos sistemas híbridos de bombas de calor, que estão a contribuir para afastar os consumidores dos combustíveis fósseis.
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