O país não para!

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É fundamental e francamente merecido saudar todos os que, apesar das adversidades, em obras, grandes ou pequenas, das várias especialidades, desde a construção nova à reabilitação, passando pela manutenção técnica preventiva e curativa, continuam a trabalhar e a manter as empresas do setor das Instalações Técnicas Especiais a laborar, já que, como todos sabem, o Estado de Emergência não previu a suspensão quer de obras quer da assistência técnica, pois era necessário não deixar o país parar e continuar as várias atividades.

O país precisa de apoio e de trabalho, e as diferentes atividades da fileira da Construção estão a responder com grande firmeza a essa premissa.

Constatou-se que os prazos de conclusão das empreitadas em curso não foram alterados e os diversos trabalhos mantiveram-se. Temos a nítida sensação de que os clientes consideram que estamos perante um período bastante conturbado, no entanto, sabemos que, mais tarde ou mais cedo, vai passar.

Claramente, há uma energia latente e as empresas, embora preocupadas, não deixaram de cumprir com os compromissos perante os seus clientes, conscientes e determinadas a efetuarem um grande esforço no sentido de garantir a segurança dos seus colaboradores e manutenção dos respetivos postos de trabalho. Esta tem sido uma grande linha de ação das associações que estão a articular com o Governo soluções adequadas.

Na fileira da Construção, sabemos que os primeiros a sentir a quebra de trabalho são os projetistas. A grande maioria destas empresas continua a projetar a um bom ritmo, o que, em conjunto com a continuidade na execução de obras, permite-nos olhar para o futuro de forma positiva.

O setor da Construção, em geral, e as empresas Instaladoras, em particular, estão de parabéns pela forma como enfrentam a atual situação pandémica, garantindo a construção em tempo recorde de infraestruturas de combate à pandemia, destacando os hospitais de campanha e centros de diagnóstico, e que hospitais, hiper e supermercados, produtores da cadeia alimentar, entre outros, mantêm a sua laboração sabendo que todos os seus sistemas técnicos manter-se-ão operacionais, pois a assistência técnica será sempre garantida.

A redução do volume de negócios será uma realidade e a crise será transversal a toda a economia, mas acreditamos que o setor pode dar um enorme contributo para a resiliência do país e começar, desde já, a criar condições para a retoma.

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As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.

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