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A maior fatia do consumo mundial evitável de energia até 2030 pode ser poupada através do investimento na eficiência dos edifícios, mas é preciso acelerar os mecanismos políticos para a neutralidade carbónica, avisa a Agência Internacional de Energia (AIE). No relatório Energy Efficiency 2021, a AIE realça ainda o “papel essencial das bombas de calor” para a electrificação dos espaços e do aquecimento de águas.
Em meados de Novembro, a AIE publicou o mais recente relatório sobre o estado da arte da eficiência energética a nível mundial, no qual reforça a necessidade de triplicar o investimento em eficiência energética, não obstante uma recuperação face a 2020. Neste documento, a AIE dá destaque aos edifícios como elementos-chave para a neutralidade climática até 2050.
O compromisso é que, a partir de 2030, os novos edifícios estejam preparados para ter zero emissões de carbono. Contudo, apenas 5 % das novas construções cumprem actualmente esse padrão, esperando-se ainda que o parque imobiliário aumente nos próximos anos. É neste sentido que a AIE reitera a importância de se apostar no desenvolvimento de mecanismos políticos, nomeadamente regulamentos energéticos para edifícios, numa janela de oportunidade que considera ser de um a três anos.
Apesar de, na Europa, os regulamentos para os novos edifícios serem de natureza vinculativa, cerca de dois terços dos países a nível mundial ainda não têm regulamentos obrigatórios. Isto, de acordo com a AIE, representa um “maior desafio”, pois implica também o desenvolvimento de metodologias, ferramentas e cadeias de abastecimento dentro do sector.
O objectivo é que este mecanismo, em conjunto com o esforço da renovação dos edifícios existentes, permita alavancar o progresso nas metas climáticas. Como sublinha a AIE, “a eficiência em edifícios pode trazer a maior fatia de consumo evitável de energia até 2030”, além de conseguir melhorar “o conforto, a saúde e a produtividade”. A título de exemplo, a agência internacional refere como as renovações energéticas em edifícios da saúde conseguiram “contribuir para uma redução de 11 % do tempo médio de internamento”.
Ainda na secção dos edifícios, o Energy Efficiency 2021 destaca como a electrificação é “uma das formas mais importantes de aumentar a eficiência e descarbonizar”. E, neste campo, considera que as “bombas de calor são a pedra angular tecnológica para o aquecimento de espaços”.
Bombas de calor têm papel “essencial” para cenário zero emissões
As soluções eléctricas para aquecimento, incluindo as bombas de calor, já estão a ser usadas em vários países. Num cenário actual que conta com a venda mensal de cerca de 1,6 milhões de bombas de calor, é de salientar que Portugal foi considerado, no ano passado, o quinto país da UE com mais bombas de calor instaladas.
No relatório da AIE, este tipo de tecnologia desempenha um “papel essencial” para o cumprimento do cenário zero emissões em 2050, sendo necessário que, até 2030, a média de vendas seja de três milhões de unidades por mês. Não obstante, a AIE nota que estas soluções são frequentemente mais caras do que as que recorrem ao gás natural. Por isso, a AIE defende a adopção de um conjunto de medidas para colmatar esta situação e incentivar o recurso às bombas de calor.
A montante, é preciso garantir que os edifícios são construídos de forma eficiente por forma a reduzir as necessidades energéticas e os custos do aquecimento. É também preciso continuar a desenvolver estes equipamentos, por exemplo, para “aumentar a disponibilidade e reduzir o custo de bombas de calor plug and play numa voltagem residencial padrão e em sistemas de baixa-amperagem” e para “reduzir o tamanho de compressores e aumentar o desempenho em climas muito frios”.
A jusante, é necessário ter em mente que estabelecer como alvo 19-20.º C para aquecimento e 24-25.º C para arrefecimento, bem como reduzir os alvos de aquecimento de água em 10.º C, permite reduzir as emissões de carbono.
Ademais, a AIE realça a importância das políticas, que devem contemplar incentivos monetários, padrões necessários para se atingir net zero emissions nos edifícios e medidas que extingam a instalação sistemas de aquecimento baseados em combustíveis fósseis. Recorde-se, a este propósito, que as principais associações industriais de aquecimento e arrefecimento renovável europeias têm vindo a exigir à Comissão Europeia a estipulação de metas vinculativas e planos nacionais para descarbonização do sector, incluindo o fim da venda de esquentadores e caldeiras a combustíveis fósseis a partir de 2025.
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