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O prémio “Lisbon Prize” do World Architecture Festival, na categoria de edifício de escritórios já terminado, foi atribuído à sede do Grupo Ageas Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa. O edifício, inaugurado no primeiro semestre deste ano, é da autoria do arquitecto Eduardo Capinha Lopes.
No Parque das Nações, a sede do Grupo Ageas Portugal captou a atenção de um dos principais eventos internacionais de arquitectura, que se desenrolou em Lisboa entre 30 de Novembro e 2 de Dezembro. Centenas de projectos finalistas de todo o mundo esperaram, com expectativa, o desfecho dos prémios do World Architecture Festival, no qual o edifício Ageas Tejo foi sagrado vencedor do “Lisbon Prize”, dentro da categoria de escritórios concluídos e recentes.
Segundo a seguradora, em comunicado, o edifício desenhado pelo arquitecto Eduardo Capinha Lopes “está alinhado com os valores da empresa, focando-se na preocupação ambiental, na sustentabilidade e na responsabilidade social“.
Nesse sentido, o grupo sublinha como exemplos os factos de o imóvel dispor de certificação BREEAM e de várias “áreas de muita luz natural no interior do edifício”, o que, acrescenta a seguradora, proporciona “qualidade de trabalho e conforto aos colaboradores”. Além disso, o edifício de 12 pisos, erguido sobre um terreno de 7 400 m2 e atingindo uma altura de até 62,5 metros, destaca-se pelas fachadas “altamente dinâmicas e marcadas pela interacção com a comunidade” através de luzes exteriores que fazem alusão a temas e campanhas da empresa.
Já a organização do festival internacional realça a iniciativa do edifício em “criar a primeira «Art Walk» de Lisboa”. Isto, explica, será alcançado através da exibição rotativa de pinturas e esculturas de artistas portugueses visíveis do exterior que vai acompanhar a rua principal em frente ao edifício até ao parque público nas traseiras.
Recorde-se que o Ageas Tejo foi inaugurado no primeiro semestre de 2022, resultando de um investimento de cerca de 75 milhões de euros. De acordo com a empresa, o objectivo foi encontrar um edifício “icónico destinado a suportar uma imagem corporativa forte e diferenciada”, adaptado também às “circunstâncias de trabalho actuais e futuras”.
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