Celeste Campinho: “A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano”

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Perante as disrupções nas cadeias de produção e distribuição que estão a afectar o mercado de AVAC-R, e não só, Celeste Campinho, presidente da Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR), defende que é preciso salvaguardar a solidez das empresas do país e continuar a apostar na formação dos profissionais do sector.

Celeste Campinho
Celeste Campinho, presidente da AIPOR.

“A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano, pois a imprevisibilidade das circunstâncias é brutal”, refere a presidente da AIPOR à revista Edifícios e Energia. Para a responsável, duas grandes causas para são a “subida abrupta dos preços das matérias-primas, materiais e equipamentos, bem como a disrupção das cadeias de produção e distribuição dos produtos necessários à execução das obras”, uma situação que já resultava “em larga medida da pandemia” e que, agora, “se agrava e exponencia brutalmente com o conflito entre a Rússia e a Ucrânia”.

Neste momento, que caracteriza como “particularmente difícil” para o tecido empresarial, Celeste Campinho defende a necessidade de “salvaguardar a solidez das empresas do país”, rejeitando um cenário de “aumento descontrolado dos custos operacionais”.

“A AIPOR já intercedeu junto do Governo no sentido de serem adoptadas medidas capazes de acautelar a competitividade do tecido empresarial do sector”, partilha a presidente, mencionando que ainda não obteve resposta. E exemplifica: “Estamos a falar, por um lado, de medidas que permitam concluir projectos em curso e que permitam a concretização do Plano de Recuperação e Resiliência”; por outro lado, [de] indicações adequadas, emanadas aos donos de obra, para que reconheçam que a conjuntura que vivemos [é complexa] (…), [sendo] necessária a indicação para aceitação dos pedidos de prorrogação de prazos de execução das empreitadas, sem aplicação de penalizações para as empresas; [e ainda] do direito de uma compensação financeira que permita às empresas executantes fazer face aos custos acrescidos de matéria-prima, materiais e equipamentos”.

Apesar das vicissitudes, Celeste Campinho reforça que as empresas do sector AVAC-R têm “dado um contributo positivo para a actividade económica e para o emprego”. Reforça ainda que, para continuar a fazê-lo, é preciso ter a noção de que “só através da capacitação do tecido empresarial é que se consegue uma resposta útil para o incremento económico”. Nesse sentido, a presidente incide sobre uma questão elementar: a mão-de-obra. 

Priorizar a capacitação

“Identifica-se, na globalidade do sector da construção, a necessidade de 70 a 80 mil trabalhadores, sendo a falta de mão-de-obra qualificada apontada por cerca de 80 % das empresas com um dos principais constrangimentos à actividade”, alerta. O que significa este desafio? Para a AIPOR, reflecte que há um trabalho a fazer e que, nesse caminho, é essencial haver “medidas concretas que passam, desde logo, pela reorientação da formação profissional e do próprio sistema de ensino”.

“É necessário que o sistema de ensino português dê um foco especial ao ensino profissional, aos cursos técnicos superiores profissionais, direccionando-os para as áreas que estão largamente deficitárias; e, por último, é também necessário tirar partido dos centros de formação existentes, dando assim uma resposta efectiva às necessidades do mercado de trabalho”, conclui.

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